segunda-feira, 18 de junho de 2012

Festa da Colheita

Hoje (18/06) foi feita a doação na casa abrigo Anjo Gabriel, de Francisco Beltrão, dos alimentos dos Cultos de Festa da Colheita. Muitos membros trouxeram alimentos para embelezar o altar e o templo, como símbolo do amor e da providência divina em nos dar tudo o que precisamos para esta vida. Alguns levaram estes alimentos novamente para casa, tendo em vista que não havia sido solicitada uma doação. Outros, resolveram expontaneamente doar estes alimentos.
Agradecemos a todos que trouxeram alimentos para embelezar nossos cultos de festa da colheita e também aqueles que os doaram. No ano passado também realizamos uma doação para esta instituição.



1º Encontro de casais

Na última sexta-feira o departamento de leigos da Congregação Cristo Rei organizou o 1º Encontro de Casais da Paróquia. Dez casais estavam presentes. Após um reflexão sobre o tema houve a renovação dos votos matrimoniais e uma homenagem para as esposa com a entrega de uma rosa.
Para o ano que vem pensa-se em organizar um encontro maior coma participação de mais casais.
Confira algumas imagens.





quinta-feira, 14 de junho de 2012

Não basta ser ouvinte, tem que participar


Há algum tempo atrás, mais precisamente na década de 80, foi ao ar nos meios de comunicação uma campanha publicitária premiadíssima. Creio que muitos de vocês também se recordam do comercial da Gelol. O comercial relatava a história de um garoto que seria o herói do jogo de futebol e, o pai, o herói deste garoto. Havia um slogan que ficou gravado em nossas mentes e dizia o seguinte: “Não basta ser pai, tem que participar, não basta ser remédio, tem que ser Gelol”.

Este princípio de não bastar apenas “ser”, mas também “participar, atuar, agir”, deve ser aplicado em muitas áreas da nossa vida, também quando o assunto é igreja. Ou seja, não apenas ser cristão, ser igreja, mas também agir, atuar, participar.

Infelizmente não é isso que vemos na prática em nossas igrejas. Creio que eu não estou errando em afirmar que a vida espiritual de muitos cristãos se resume simplesmente a assistir a um culto e, isso, esporadicamente. Se limitam a entrar na igreja, sentar no banco, olhar para os que estão ao seu redor e para o pastor e, no final, se levantar e voltar para casa. Nada mais que isso. E ainda tem alguns que acreditam que realizaram uma grande obra cristã. Voltando ao comercial da Gelol são como o pai que somente gerou o filho, mas não o educa, não o ensina, não participa.

Caro leitor, nesta reflexão não interessa a qual denominação religiosa você pertence: se você é católico, evangélico ou pentecostal. Eu e você não podemos fazer um pacto com a mediocridade espiritual. A verdade é que muitas vezes nós queremos fugir daquilo que dá trabalho. É mais fácil sentar e ouvir do que se comprometer e participar. Nós também não podemos fazer um pacto com o comodismo.

O Senhor nos adverte na carta de Tiago 1.22: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos”. No versículo 26: “Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã”. E também em 2.14: “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?” E, ainda, no versículo 17: “Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta”.

Observe que não basta apenas ser ouvinte, é necessário também participar. E há muitos trabalhos, projetos, ações que uma igreja pode promover quando existem pessoas dispostas a participar e a atuar. Música, teatro, organização do templo, recepção aos cultos, evangelismo que leva a mensagem de paz e de amor de Deus às pessoas, ações sociais diversas, visita em enfermos e muitas outras opções que você pode participar.

Se a nossa fé é de fato verdadeira ela também será ativa em amor para com Deus e para com o próximo. É isso mesmo: a fé é ativa em amor. Uma observação é necessária aqui: não são as nossas boas ações que irão garantir a nossa salvação eterna, isso acontece unicamente e exclusivamente pela fé em Jesus. Mas as nossas boas ações comprovam, testificam, testemunham que a nossa fé não é falsa, mas é genuína.

Portanto, coloque a sua fé em ação. Seja mais do que simplesmente um ouvinte porque não basta ser ouvinte, tem que participar.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Novos Membros

No culto do dia 10/06, Adriano Martin Gerhardt e Pricila Lava Behne foram recebidos oficialmente como membros da Congregação Cristo Rei.
Desejamos a eles e suas famílias ricas bênçãos de Deus.


Feijoada na Congregação Cristo Rei

No último sábado, dia 09/06, aconteceu a tradicional feijoada na Congregação Cristo Rei. Muitos membros se envolveram neste evento trabalhando como voluntários. A todos, nosso agradecimento.
Confira algumas imagens.









sexta-feira, 8 de junho de 2012

Os cristãos e a política


  Nesse ano teremos eleições municipais. Novos prefeitos e vereadores serão eleitos ou reeleitos, caso já exerçam um mandato e concorram novamente. O assunto política não agrada a todas as pessoas. Muitos são aqueles que têm aversão a este tema. Talvez por causa de inúmeros escândalos envolvendo políticos brasileiros ou pela ineficiência e burocracia do sistema. Tudo isso tem enfraquecido a classe política e gerado desinteresse na maioria da população. No entanto, a verdade que permanece é a da frase cujo autor não me recordo, mas que afirma: “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam”.

A participação de cristãos e ministros religiosos, padres ou pastores, em pleitos eleitorais sempre gerou diversas opiniões, algumas favoráveis, outras contrárias. Afinal, um cristão pode se envolver na política?

Antes de refletirmos sobre esta questão, convém que analisemos a relação entre a Igreja e o Estado, duas importantes esferas em nossa sociedade. O Brasil é um país laico, ou seja, o Estado não assume nenhuma religião oficial e há plena liberdade religiosa. Esta é a atitude correta do Estado. Não interferir em questões de fé. A Igreja, por sua vez, também não deve se envolver em questões do Estado. Por exemplo, a Igreja não deve jamais ter algum tipo de vínculo partidário ou fazer campanhas eleitorais favorecendo algum candidato, mesmo que este seja um fervoroso cristão. Esta separação entre Igreja e Estado deve sempre ser respeitada. Cada campo atuando naquilo que lhe diz respeito.

Vimos, portanto, que a Igreja, como organização cristã, não deve jamais se envolver na política. Mas, voltemos agora à pergunta anterior: um cristão particularmente pode se envolver na política? Apesar de ser necessária uma separação entre fé e política, os cristãos podem e até devem se engajar na área pública. O ensino bíblico sempre orienta os cristãos a viverem a sua fé inseridos na sociedade e jamais isolados dela. Com um afastamento da política os cristãos perdem a oportunidade de exercer sua influência nessa área tão importante. Além do mais, a classe política brasileira está carente de pessoas que dêem bons exemplos em ofícios públicos, algo que os cristãos podem fazê-lo em virtude da sua fé. Assim sendo, um cristão pode concorrer e assumir cargos públicos.

Além disso, os cristãos devem acompanhar com interesse os processos eleitorais escolhendo com sabedoria os melhores candidatos e, também, quando eleitos, acompanhar o desempenho destes em suas respectivas funções. Um cristão não pode ficar alheio a este tema. É seu dever não só estar informado a respeito da política, como também orar por aqueles que Deus conferiu autoridade de governar a fim que desempenhem o seu ofício da melhor forma possível.

Pense nisso.
Pastor Leandro

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Sentido para a vida


Você já se perguntou qual o sentido da vida? Qual a razão da existência humana? Ou então, eu lhe pergunto mais diretamente: qual o sentido da sua vida? Qual a razão da sua existência? 

Sentido para a vida é aquilo que faz com que alguém considere importante a sua existência. Durante toda a história da humanidade o ser humano sempre buscou um sentido para a sua existência, uma razão maior, mais nobre, pelo qual valesse a pena lutar e se sacrificar. Em várias ocasiões, a luta pela liberdade foi o grande sonho que motivou incontáveis indivíduos, povos e nações. Em outros momentos, a busca pela verdade foi o “motor de propulsão” na vida de muitas pessoas.

Quem descobre sentido para a sua vida encontra como conseqüência, ânimo, boa vontade, prazer e alegria naquilo para o qual se dedica. Desse modo, a pessoa inicia cada novo dia bem disposta para realizar as suas atividades. A falta de sentido para a vida, ao contrário, deixa a pessoa sem perspectiva nenhuma, sem vontade para nada, com uma tristeza e um desânimo profundo, desejando, inclusive, abreviar a própria existência, pois se pergunta: “viver, para quê?” Talvez tais pessoas até tenham o suficiente para viver, mas não têm nada pelo qual viver. Tudo é desprovido de sentido.

Com bastante freqüência as pessoas encontram sentido momentâneo para a vida. São razões para viver que duram um período da vida e que depois desaparecem. Muitos encontram no seu trabalho o sentido para a vida. Desempenham o seu ofício de maneira prazerosa e alegre, gostam do que fazem. No entanto, esse tipo de sentido para a vida é perigoso, pois quando chega o momento da aposentadoria a pessoa pode perder a alegria de viver e entrar num período difícil de depressão, pois não há mais trabalho, portanto, não há mais razão para viver. Outras pessoas encontram num grande amor ou na família o sentido para a vida. Todos nós sabemos da importância de amar e de viver em família e podemos afirmar que este é um belo sentido para a vida. No entanto, ocorrem situações em que o amor, por mais belo e intenso que seja, chegue a um fim. O mesmo pode ocorrer com a família. E agora, qual o sentido da vida de alguém que dedicou a razão da sua existência unicamente e exclusivamente a um grande amor ou a família e agora está só?

Trabalho, família, relacionamentos, são razões importantes em que se pode encontrar sentido para a vida, mas não podem ser os únicos sentidos para a vida, pois são momentâneos. O indivíduo precisa ter algo maior pelo qual sinta que vale a pena viver. O que é este “algo maior” e onde encontrar?

Na verdade a grande razão de nossa existência só pode ser encontrada em Deus. Saber-se amado por Deus ao ponto de ele enviar ao sacrifício da cruz o seu único Filho para nos salvar – eis aí o grande sentido da vida, a razão maior para viver. Quem encontra Deus, encontrou a razão da sua vida. Quem compreende e vive debaixo do amor de Deus encontra ânimo, boa vontade, prazer e alegria durante toda a sua vida e não somente em determinados momentos. Mesmo quando as coisas vão mal, quando as dificuldades surgem, há algo maior pelo qual vale a pena sorrir e viver: Jesus!

As pessoas podem buscar sentido para a vida em diversos objetivos. No entanto, sem Deus estes objetivos não darão verdadeiro e pleno sentido para a vida. A afirmação de Agostinho continua sendo verdadeira: Deus nos fez para ele, e o nosso coração não descansa até que descanse nele. 

Retorno com a pergunta do início: Qual o sentido da sua vida? Qual a razão da sua existência? Pense nisso.

Pastor Leandro