terça-feira, 12 de junho de 2012

Novos Membros

No culto do dia 10/06, Adriano Martin Gerhardt e Pricila Lava Behne foram recebidos oficialmente como membros da Congregação Cristo Rei.
Desejamos a eles e suas famílias ricas bênçãos de Deus.


Feijoada na Congregação Cristo Rei

No último sábado, dia 09/06, aconteceu a tradicional feijoada na Congregação Cristo Rei. Muitos membros se envolveram neste evento trabalhando como voluntários. A todos, nosso agradecimento.
Confira algumas imagens.









sexta-feira, 8 de junho de 2012

Os cristãos e a política


  Nesse ano teremos eleições municipais. Novos prefeitos e vereadores serão eleitos ou reeleitos, caso já exerçam um mandato e concorram novamente. O assunto política não agrada a todas as pessoas. Muitos são aqueles que têm aversão a este tema. Talvez por causa de inúmeros escândalos envolvendo políticos brasileiros ou pela ineficiência e burocracia do sistema. Tudo isso tem enfraquecido a classe política e gerado desinteresse na maioria da população. No entanto, a verdade que permanece é a da frase cujo autor não me recordo, mas que afirma: “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam”.

A participação de cristãos e ministros religiosos, padres ou pastores, em pleitos eleitorais sempre gerou diversas opiniões, algumas favoráveis, outras contrárias. Afinal, um cristão pode se envolver na política?

Antes de refletirmos sobre esta questão, convém que analisemos a relação entre a Igreja e o Estado, duas importantes esferas em nossa sociedade. O Brasil é um país laico, ou seja, o Estado não assume nenhuma religião oficial e há plena liberdade religiosa. Esta é a atitude correta do Estado. Não interferir em questões de fé. A Igreja, por sua vez, também não deve se envolver em questões do Estado. Por exemplo, a Igreja não deve jamais ter algum tipo de vínculo partidário ou fazer campanhas eleitorais favorecendo algum candidato, mesmo que este seja um fervoroso cristão. Esta separação entre Igreja e Estado deve sempre ser respeitada. Cada campo atuando naquilo que lhe diz respeito.

Vimos, portanto, que a Igreja, como organização cristã, não deve jamais se envolver na política. Mas, voltemos agora à pergunta anterior: um cristão particularmente pode se envolver na política? Apesar de ser necessária uma separação entre fé e política, os cristãos podem e até devem se engajar na área pública. O ensino bíblico sempre orienta os cristãos a viverem a sua fé inseridos na sociedade e jamais isolados dela. Com um afastamento da política os cristãos perdem a oportunidade de exercer sua influência nessa área tão importante. Além do mais, a classe política brasileira está carente de pessoas que dêem bons exemplos em ofícios públicos, algo que os cristãos podem fazê-lo em virtude da sua fé. Assim sendo, um cristão pode concorrer e assumir cargos públicos.

Além disso, os cristãos devem acompanhar com interesse os processos eleitorais escolhendo com sabedoria os melhores candidatos e, também, quando eleitos, acompanhar o desempenho destes em suas respectivas funções. Um cristão não pode ficar alheio a este tema. É seu dever não só estar informado a respeito da política, como também orar por aqueles que Deus conferiu autoridade de governar a fim que desempenhem o seu ofício da melhor forma possível.

Pense nisso.
Pastor Leandro

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Sentido para a vida


Você já se perguntou qual o sentido da vida? Qual a razão da existência humana? Ou então, eu lhe pergunto mais diretamente: qual o sentido da sua vida? Qual a razão da sua existência? 

Sentido para a vida é aquilo que faz com que alguém considere importante a sua existência. Durante toda a história da humanidade o ser humano sempre buscou um sentido para a sua existência, uma razão maior, mais nobre, pelo qual valesse a pena lutar e se sacrificar. Em várias ocasiões, a luta pela liberdade foi o grande sonho que motivou incontáveis indivíduos, povos e nações. Em outros momentos, a busca pela verdade foi o “motor de propulsão” na vida de muitas pessoas.

Quem descobre sentido para a sua vida encontra como conseqüência, ânimo, boa vontade, prazer e alegria naquilo para o qual se dedica. Desse modo, a pessoa inicia cada novo dia bem disposta para realizar as suas atividades. A falta de sentido para a vida, ao contrário, deixa a pessoa sem perspectiva nenhuma, sem vontade para nada, com uma tristeza e um desânimo profundo, desejando, inclusive, abreviar a própria existência, pois se pergunta: “viver, para quê?” Talvez tais pessoas até tenham o suficiente para viver, mas não têm nada pelo qual viver. Tudo é desprovido de sentido.

Com bastante freqüência as pessoas encontram sentido momentâneo para a vida. São razões para viver que duram um período da vida e que depois desaparecem. Muitos encontram no seu trabalho o sentido para a vida. Desempenham o seu ofício de maneira prazerosa e alegre, gostam do que fazem. No entanto, esse tipo de sentido para a vida é perigoso, pois quando chega o momento da aposentadoria a pessoa pode perder a alegria de viver e entrar num período difícil de depressão, pois não há mais trabalho, portanto, não há mais razão para viver. Outras pessoas encontram num grande amor ou na família o sentido para a vida. Todos nós sabemos da importância de amar e de viver em família e podemos afirmar que este é um belo sentido para a vida. No entanto, ocorrem situações em que o amor, por mais belo e intenso que seja, chegue a um fim. O mesmo pode ocorrer com a família. E agora, qual o sentido da vida de alguém que dedicou a razão da sua existência unicamente e exclusivamente a um grande amor ou a família e agora está só?

Trabalho, família, relacionamentos, são razões importantes em que se pode encontrar sentido para a vida, mas não podem ser os únicos sentidos para a vida, pois são momentâneos. O indivíduo precisa ter algo maior pelo qual sinta que vale a pena viver. O que é este “algo maior” e onde encontrar?

Na verdade a grande razão de nossa existência só pode ser encontrada em Deus. Saber-se amado por Deus ao ponto de ele enviar ao sacrifício da cruz o seu único Filho para nos salvar – eis aí o grande sentido da vida, a razão maior para viver. Quem encontra Deus, encontrou a razão da sua vida. Quem compreende e vive debaixo do amor de Deus encontra ânimo, boa vontade, prazer e alegria durante toda a sua vida e não somente em determinados momentos. Mesmo quando as coisas vão mal, quando as dificuldades surgem, há algo maior pelo qual vale a pena sorrir e viver: Jesus!

As pessoas podem buscar sentido para a vida em diversos objetivos. No entanto, sem Deus estes objetivos não darão verdadeiro e pleno sentido para a vida. A afirmação de Agostinho continua sendo verdadeira: Deus nos fez para ele, e o nosso coração não descansa até que descanse nele. 

Retorno com a pergunta do início: Qual o sentido da sua vida? Qual a razão da sua existência? Pense nisso.

Pastor Leandro

quinta-feira, 31 de maio de 2012

JELB - 87 anos

 
Querida JELB!
        
Celebramos hoje 87 anos de Juventude Evangélica Luterana do Brasil. E nós cantamos, e nós confessamos, e nós proclamamos:  “Juventude Luterana, forte em santa união, segue a Jesus Cristo, o Mestre, nosso fiel pendão!”

Diz a Palavra de Deus no Salmo 119.9:  “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho?  Observando-o segundo a tua palavra.” Vivemos numa época de muitos e constantes avanços tecnológicos. A mídia, o mundo virtual evolui, cresce, se aperfeiçoa a cada instante.  Nesse mundo cibernético, muitas coisas mudam, avançam, evoluem, mas a  Palavra de Deus é sempre a mesma.  Ela não muda.  Ela aponta sempre para o mesmo caminho, para a mesma verdade, e para a mesma vida.  Ela sempre aponta para Cristo, o fundamento seguro, a rocha poderosa e firme, o abrigo inabalável. 

E nesse mundo de tantos avanços e progressos, a pergunta que se impõe é:  Como a juventude de hoje pode se manter firme e fiel aquilo que tantos ridicularizam, menosprezam, rejeitam e pisoteiam?  Como a Juventude de hoje pode se manter nos caminhos de Deus?  A resposta vem de Deus, da Sua Palavra:  “Observando-o segundo a tua palavra.”, ou seja, seguindo os princípios e as verdades que a Bíblia Sagrada aponta e coloca.  Para observar e seguir essa palavra, é preciso conhecê-la. Para conhecê-la, é preciso ouví-la, lê-la, meditá-la no nosso dia a dia.
 
Jovens do nosso Brasil!  Parabéns pelos  87 anos da nossa JELB.   Parabéns a todas as Uniões Juvenis que tem se mantido fiéis, em funcionamento, apesar das muitas opções e diversões que esse mundo oferece.  Parabéns a cada jovem que participa, se reúne, estuda, trabalha e se diverte na sua União Juvenil.  Lutem por ela.  Trabalhem com ela.  Convidem outros a participarem com vocês.  Que o belo hino da Juventude Luterana, não seja apenas um canto, mas uma realidade vivida, praticada e percebida por todos.
        
Deus abençoe nossa querida Juventude Evangélica Luterana do Brasil.
        
Pastor Egon Kopereck

Presidente da IELB

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Encontro de Jovens

A JELB está completando 87 anos no dia 31/05. Para festejar esta data os jovens de Francisco Beltrão e de Campo Erê participaram de um culto jovem no domingo 27/05 pela manhã e, na parte da tarde, gincanas e brincadeiras. Aproximadamente 20 jovens estiveram presentes.
Confira algumas imagens do evento.












sexta-feira, 25 de maio de 2012

Pentecostes


Pentecostes é uma palavra grega que significa “qüinquagésimo”. Neste caso, Pentecostes significa o qüinquagésimo dia após a Páscoa. No Antigo Testamento, o povo de Deus já celebrava esta data na chamada Festa das Semanas, ou então, Festa das Primícias ou da Colheita. Era uma festa de ação de graças celebrada ao término da colheita do trigo. Nesta festa os israelitas deveriam trazer ofertas ao Senhor, como lemos em Levítico 23.15-25. Em resumo, o povo de Deus do Antigo Testamento deveria trazer ao Senhor das suas moradas: 2 pães, 7 cordeiros sem defeito, 1 novilho, 2 carneiros, 1 bode e 2 cordeiros.

Hoje a Igreja Cristã ainda celebra o Pentecostes no qüinquagésimo dia após a Páscoa, mas o significado desta data é outro. Nós celebramos a descida do Espírito Santo que aconteceu em cumprimento à promessa de Jesus referente à vinda do Consolador que aconteceria após a sua ascensão ao Céu. Jesus afirma, em João 14.26: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”; e, também, em Lucas 24.49: “Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.”

No dia de Pentecostes, portanto, lembramos o acontecimento marcante na vida dos primeiros discípulos de Jesus quando, de maneira espetacular, o Espírito Santo desceu sobre eles na forma de línguas de fogo. A Bíblia narra este acontecimento, em Atos 2.1-4, da seguinte maneira: “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.”

A partir deste evento, a Igreja da época mudou radicalmente. Antes, todos os seguidores de Jesus permaneciam trancados em uma casa com medo de testemunhar sobre seu Senhor. Depois, todos saíram corajosos, anunciando, em diversas línguas, que pela fé em Jesus há perdão, vida e salvação. 

Hoje em dia, muitas denominações cristãs dão grande ênfase a este acontecimento do dia de Pentecostes e suas conseqüências. Por isso, são conhecidas como Pentecostais. Afirmam, entre outras coisas, que um cristão só pode ter certeza que possui o Espírito Santo se demonstrar em sua vida algum dom especial, como, por exemplo, falar em línguas estranhas, curar enfermos, profetizar ou realizar qualquer tipo de milagre.

Apesar de estes dons especiais fazerem parte da história da igreja registrada em Atos, é importante lembrar que a grande obra do Espírito Santo não é conceder um dom sobrenatural ao ser humano, mas sim ensinar-lhe a respeito de Jesus e de sua obra salvadora na cruz; convencer-lhe do pecado da descrença, da justiça, ou seja, da obra salvadora de Jesus em nosso lugar e para o nosso favor, e do juízo, ou seja, da ameaça de condenação eterna àqueles que não crêem (João 16.7-11).

A conversão, portanto, é a grande obra que o Espírito Santo quer realizar na vida de todas as pessoas. Conversão significa dar meia volta, mudar de rumo, parar de andar numa direção e passar a andar na direção oposta. Significa parar de andar para longe de Deus e passar a andar em direção a ele. Se você, estimado leitor, está convencido de que Jesus é o seu Salvador e, mais do que isso, se você crê e confia nele de todo o seu coração, então você possui o Espírito Santo. Tenha a certeza disso! Foi o Espírito Santo que lhe deu esta fé. Mas, ao contrário, se você, caro leitor, não está convencido sobre Jesus e se você não crê e não confia nele, então está na hora de você parar de resistir à ação do Espírito Santo. Deixe Deus agir em sua vida! Não resista! Permita que Deus Espírito Santo invada o seu coração e crie, em você, a fé salvadora.