“Eleonora tinha hora marcada com o médico para fazer alguns exames de laboratório. Tinha que se apresentar no consultório às 7:00h da manhã, mas o despertador não funcionou, e ela acabou levantando-se mais tarde. O ônibus que tomou, quebrou, e todos os passageiros tiveram que descer. Sem se dar conta, parou junto à uma poça de água suja, que se converteu em verdadeira desgraça quando um carro, passando por ela, lhe deu um banho dos pés à cabeça. Foi a única pessoa de todo o grupo que ficou molhada. Com raiva disse: ‘Eu sabia que não devia ter saído hoje. Bem que o meu horóscopo já me havia prevenido’.”
Muitas pessoas culpam o azar ou o destino para as mais diversas situações da vida. Crêem que tudo depende do azar ou da sorte, conforme o dia, a época ou a configuração dos astros. Dessa forma, formulam a idéia de que não são nada mais do que simples marionetes do destino e que, por isso, não vale a pena se esforçar para superar os problemas, pois tudo está escrito e ninguém pode controlar o destino.
Para estas pessoas o azar se converte em desculpa quando as coisas vão mal, porque é mais fácil jogar a culpa em alguma coisa ou em alguém, do que assumir a responsabilidade por seus atos. Por outro lado, a sorte pode se converter num excelente amigo quando as coisas saem bem.
Será que o nosso destino está realmente traçado, ou podemos fazer algo para melhorar a nossa situação?
Pode ser que alguém se lembre de Deus quando tudo anda mal. Mas, nessas situações, a maioria das pessoas geralmente duvida que Deus se lembre delas. Agem como se quisessem desafiar a Deus para que ele altere o traçado ruim do destino e seja favorável para com elas.
Não se pode dissimular fatos concretos. Não se pode simplesmente atribuir à sorte as conseqüências do que se fez ou do que se deixou de fazer. Em muitos casos a própria pessoa é responsável pelo seu destino. O Senhor nos diz em Gálatas 6.7-9: “aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna”.
Nós não devemos viver com o desejo e a atitude insaciável de conhecer o futuro e poder manejá-lo. Essa atitude e desejo separa-nos e priva-nos de Deus. Deus conhece perfeitamente as situações pelas quais cada um de nós passa. As Sagradas Escrituras descrevem Deus como terno e compassivo, sempre disposto a alcançar a sua mão ao que necessitam da sua ajuda. Devemos, portanto, confiar naquele que é o Senhor de tudo e que dirige a nossa vida com a sua amorosa mão.
O que dizer a respeito daqueles problemas ou desgraças diante dos quais nada podemos fazer? Deus nos convida a depositarmos em Cristo as nossas preocupações, porque ele se interessa por nós. Somente ele é capaz de resolver situações que para nós são inalteradas.
Jesus não nos promete o primeiro prêmio da loteria, nem promete que tudo dará certo. Pelo contrário, ele nos disse que teríamos que passar por provas e até sofrer o desprezo dos outros, por depositarmos a nossa confiança nele e não nas coisas que se recomendam para “dar sorte”. Assim lemos em João 16.33: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. Cristo nos assegura que não estaremos sós diante de destinos misteriosos e ameaçadores, mas que ele estará sempre conosco, porque ele disse: “eu estou convosco todos os dias até a consumação do século”, em Mateus 28.20.
Baseado no livro "As desgraças", de Hora Luterana.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
O futuro: quem o conhece?
Sentimo-nos confusos quando uma desgraça nos envolve, seja uma catástrofe natural, um lance de azar ou a morte de uma pessoa querida. A nossa reação pode ser de revolta contra Deus ou então podemos mergulhar na depressão ou no desespero. Nestes momentos a pergunta que geralmente surge é: “Por quê? Por que Deus permitiu que algo tão ruim acontecesse?”
Geralmente somos dominados pelas nossas emoções ao analisarmos as causas das desgraças. No entanto, isso nos deixa ainda mais confusos.
Um cuidado que precisamos ter é o de que jamais podemos culpar Deus pelo rumo que a humanidade segue. Nós somos os responsáveis por isso e a história da humanidade confirma isso. A maior desgraça que aconteceu foi quando o primeiro homem e a primeira mulher se rebelaram contra Deus e quiseram tomar em suas mãos as rédeas de suas vidas: caíram em pecado. Eu e você tendemos a seguir na mesma rebeldia, preferindo ignorar a Deus e as suas ordens.
Precisamos nos apoiar na Palavra de Deus a fim de ouvir com atenção o que o Senhor tem a nos dizer sobre as desgraças. As vezes esperamos respostas amplas e profundas para os problemas difíceis da vida. Entretanto, a Palavra de Deus é bem simples. Nem por isso devemos desprezá-la, como muitos fazem, mas sim entregar-nos confiantes à sua paz e amor e vivermos contentes e certos de que ele sabe o que é melhor para nós.
Em certos momentos de nossa vida talvez gostaríamos de conhecer antecipadamente os acontecimentos que nos envolverão, para evitá-los ou nos prepararmos a fim de enfrentá-los.
Sempre há os que se aproveitam desta curiosidade em conhecer o futuro. Desde a antiguidade tem existido um comércio neste sentido: videntes, bruxos, astrólogos (horóscopo), adivinhos, espíritas, profetas, médiuns, quiromantes e cartomantes. Nesta área sobram os enganos e os charlatões. Além disso, eles não dão a resposta que, na verdade, as nossas almas precisam em face das angústias e dos temores que temos.
De alguma forma pensamos que, sabendo de antemão o que nos pode suceder, evitaremos os problemas e as desgraças da vida. Mas isso não é verdade. Mesmo se pudéssemos conhecer os segredos do futuro, não poderíamos evitar as desgraças. Pelo contrário, o simples fato de sabermos o que nos acontecerá, e que se trata de algo irreversível, poderá nos deixar desesperados e angustiados, uma psicose que afetará a nossa maneira de viver. Por exemplo: “Um jovem, ao consultar uma quiromante, descobriu que sofreria um acidente automobilístico. Tal foi o trauma que sofreu, que se transformou no mais nervoso, tenso e angustiado motorista da cidade. O seu desespero chegou ao ponto de deixar de pensar nos outros, e assim agravou a sua má forma de dirigir. Ao deixar de fazer sinal de mudança de direção, um carro lhe bateu na traseira, o que resultou no ferimento de várias pessoas.”
Mais importante do que conhecer o futuro, este jovem deveria ter desenvolvido atitudes responsáveis e sóbrias ao dirigir. Não bastam a grande variedade de pronunciamentos dos horóscopos. Precisamos aprender a enfrentar os problemas e os perigos com seriedade, paciência e confiança em Deus para vivermos plenamente cada dia de nossa vida.
Nem mesmo Deus, que é o Senhor do futuro, nos informa detalhadamente sobre como ele será. Isto Deus tem reservado fora do nosso entendimento e da nossa compreensão, para que confiemos nele em vez de em nós mesmos. Em Deus, podemos viver cada dia tranqüilos na certeza de que ele proverá aquilo que necessitamos, pois somos seus filhos e ele nos ama.
Baseado no livro “As Desgraças” – Hora Luterana.
Geralmente somos dominados pelas nossas emoções ao analisarmos as causas das desgraças. No entanto, isso nos deixa ainda mais confusos.
Um cuidado que precisamos ter é o de que jamais podemos culpar Deus pelo rumo que a humanidade segue. Nós somos os responsáveis por isso e a história da humanidade confirma isso. A maior desgraça que aconteceu foi quando o primeiro homem e a primeira mulher se rebelaram contra Deus e quiseram tomar em suas mãos as rédeas de suas vidas: caíram em pecado. Eu e você tendemos a seguir na mesma rebeldia, preferindo ignorar a Deus e as suas ordens.
Precisamos nos apoiar na Palavra de Deus a fim de ouvir com atenção o que o Senhor tem a nos dizer sobre as desgraças. As vezes esperamos respostas amplas e profundas para os problemas difíceis da vida. Entretanto, a Palavra de Deus é bem simples. Nem por isso devemos desprezá-la, como muitos fazem, mas sim entregar-nos confiantes à sua paz e amor e vivermos contentes e certos de que ele sabe o que é melhor para nós.
Em certos momentos de nossa vida talvez gostaríamos de conhecer antecipadamente os acontecimentos que nos envolverão, para evitá-los ou nos prepararmos a fim de enfrentá-los.
Sempre há os que se aproveitam desta curiosidade em conhecer o futuro. Desde a antiguidade tem existido um comércio neste sentido: videntes, bruxos, astrólogos (horóscopo), adivinhos, espíritas, profetas, médiuns, quiromantes e cartomantes. Nesta área sobram os enganos e os charlatões. Além disso, eles não dão a resposta que, na verdade, as nossas almas precisam em face das angústias e dos temores que temos.
De alguma forma pensamos que, sabendo de antemão o que nos pode suceder, evitaremos os problemas e as desgraças da vida. Mas isso não é verdade. Mesmo se pudéssemos conhecer os segredos do futuro, não poderíamos evitar as desgraças. Pelo contrário, o simples fato de sabermos o que nos acontecerá, e que se trata de algo irreversível, poderá nos deixar desesperados e angustiados, uma psicose que afetará a nossa maneira de viver. Por exemplo: “Um jovem, ao consultar uma quiromante, descobriu que sofreria um acidente automobilístico. Tal foi o trauma que sofreu, que se transformou no mais nervoso, tenso e angustiado motorista da cidade. O seu desespero chegou ao ponto de deixar de pensar nos outros, e assim agravou a sua má forma de dirigir. Ao deixar de fazer sinal de mudança de direção, um carro lhe bateu na traseira, o que resultou no ferimento de várias pessoas.”
Mais importante do que conhecer o futuro, este jovem deveria ter desenvolvido atitudes responsáveis e sóbrias ao dirigir. Não bastam a grande variedade de pronunciamentos dos horóscopos. Precisamos aprender a enfrentar os problemas e os perigos com seriedade, paciência e confiança em Deus para vivermos plenamente cada dia de nossa vida.
Nem mesmo Deus, que é o Senhor do futuro, nos informa detalhadamente sobre como ele será. Isto Deus tem reservado fora do nosso entendimento e da nossa compreensão, para que confiemos nele em vez de em nós mesmos. Em Deus, podemos viver cada dia tranqüilos na certeza de que ele proverá aquilo que necessitamos, pois somos seus filhos e ele nos ama.
Baseado no livro “As Desgraças” – Hora Luterana.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Congresso Distrital de Jovens
Almoço Comunitário
Novos Membros
Foram recebidos por profissão de fé, no último culto, dia 30/11, os seguintes novos membros da Congregação Cristo Rei: Iloini Terezinha da Silva, Viliana Vaghetti Luchese Helmich e Marlon Helmich. Que o Senhor continue abençoando-os.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Somente a Fé
Já estamos bem próximos da data em que celebramos a Reforma Luterana. Nesta segunda-feira, dia 31 de Outubro, comemoramos 494 anos da Reforma que aconteceu em 1517, na Alemanha. Estamos refletindo sobre os três pilares da Reforma: sola Scriptura, sola Gratia e sola Fide. Já vimos os dois primeiros: somente a Escritura e somente a Graça. Hoje veremos o terceiro: somente a fé.
Como o pecador é aceito por Deus? Pelas obras ou pela fé? A igreja da época de Martinho Lutero, no século XVI, ensinava as pessoas que o caminho que as conduzia para a vida eterna era as suas obras. Quanto mais boas ações alguém realizava mais perto estaria do paraíso eterno.
Lutero observou que havia passagens da Escritura que afirmavam um caminho diferente do que a igreja da época ensinava. Por exemplo, em Romanos 1.17: “visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”. Ele compreendeu que “justiça de Deus” não é algo que Deus exige do ser humano, mas algo que Deus oferece em Cristo. Também em Romanos 3.28: “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei”. E em Efésios 2.8: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé”.
O reformador também se perguntava: Como posso ser participante de Cristo e de seus benefícios? Resposta: a obra de Cristo e todos os seus benefícios são oferecidos pela graça de Deus a todas as pessoas. Se alguém o aceitar por fé está participando de tudo o que Cristo conquistou. Em outras palavras podemos afirmar que pela fé somos salvos pessoalmente em virtude da salvação que Cristo realizou.
Diante disso Lutero elaborou o princípio do sola fide. Sola fide é uma expressão latina que significa somente a fé. Isso significa que as pessoas são aceitas por Deus somente pela graça por intermédio da fé em Cristo.
Mas o que é a fé verdadeira? Em palavras em simples podemos responder que fé verdadeira não é somente um conhecimento ou certa noção pelo qual conhecemos ser verdade tudo o que Deus nos tem revelado por meio da sua Palavra. Além deste conhecimento a respeito de Deus, a fé verdadeira também é uma firme confiança em Deus, na remissão dos pecados e na salvação eterna pela graça de Deus por meio do que Cristo fez por nós na cruz tornando-se ele o sacrifício em nosso lugar.
Caro leitor, a nossa salvação, portanto, não é resultado de nossos esforços. Ninguém será salvo pelas suas obras, porque ninguém é perfeito. Todos somos pecadores. Não é nas nossas próprias realizações que devemos nos firmar e confiar, mas unicamente na obra que Cristo realizou em nosso lugar na cruz do Calvário. Somente a fé em Cristo e nada mais é o que nos salva.
Vimos, portanto, os três pilares ou princípios da Reforma Luterana: sola scriptura (somente a Escritura), sola gratia (somente a graça) e sola fide (somente a fé). Estes princípios não pertencem exclusivamente à igreja Luterana, mas sim a todas as igrejas cristãs, porque são princípios bíblicos.
Como o pecador é aceito por Deus? Pelas obras ou pela fé? A igreja da época de Martinho Lutero, no século XVI, ensinava as pessoas que o caminho que as conduzia para a vida eterna era as suas obras. Quanto mais boas ações alguém realizava mais perto estaria do paraíso eterno.
Lutero observou que havia passagens da Escritura que afirmavam um caminho diferente do que a igreja da época ensinava. Por exemplo, em Romanos 1.17: “visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”. Ele compreendeu que “justiça de Deus” não é algo que Deus exige do ser humano, mas algo que Deus oferece em Cristo. Também em Romanos 3.28: “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei”. E em Efésios 2.8: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé”.
O reformador também se perguntava: Como posso ser participante de Cristo e de seus benefícios? Resposta: a obra de Cristo e todos os seus benefícios são oferecidos pela graça de Deus a todas as pessoas. Se alguém o aceitar por fé está participando de tudo o que Cristo conquistou. Em outras palavras podemos afirmar que pela fé somos salvos pessoalmente em virtude da salvação que Cristo realizou.
Diante disso Lutero elaborou o princípio do sola fide. Sola fide é uma expressão latina que significa somente a fé. Isso significa que as pessoas são aceitas por Deus somente pela graça por intermédio da fé em Cristo.Mas o que é a fé verdadeira? Em palavras em simples podemos responder que fé verdadeira não é somente um conhecimento ou certa noção pelo qual conhecemos ser verdade tudo o que Deus nos tem revelado por meio da sua Palavra. Além deste conhecimento a respeito de Deus, a fé verdadeira também é uma firme confiança em Deus, na remissão dos pecados e na salvação eterna pela graça de Deus por meio do que Cristo fez por nós na cruz tornando-se ele o sacrifício em nosso lugar.
Caro leitor, a nossa salvação, portanto, não é resultado de nossos esforços. Ninguém será salvo pelas suas obras, porque ninguém é perfeito. Todos somos pecadores. Não é nas nossas próprias realizações que devemos nos firmar e confiar, mas unicamente na obra que Cristo realizou em nosso lugar na cruz do Calvário. Somente a fé em Cristo e nada mais é o que nos salva.
Vimos, portanto, os três pilares ou princípios da Reforma Luterana: sola scriptura (somente a Escritura), sola gratia (somente a graça) e sola fide (somente a fé). Estes princípios não pertencem exclusivamente à igreja Luterana, mas sim a todas as igrejas cristãs, porque são princípios bíblicos.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Culto Infantil
No último sábado, dia 22/10, foi realizado o 1º Culto Infantil na Congregação Cristo Rei. Os cânticos e a mensagem foram direcionados às crianças. O templo foi todo enfeitado. No final as crianças receberam uma lembrancinha.
Nossa gratidão especial às professoras da escolinha.
Confira algumas imagens.

Nossa gratidão especial às professoras da escolinha.
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