terça-feira, 5 de abril de 2011
O louvor na música
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O nosso substituto
O livro do profeta Isaías faz várias referências proféticas ao Messias, sua vinda e seu sofrimento. Isso é algo fantástico, tendo em vista que o profeta viveu numa época diferente de Cristo – Isaías profetizou acontecimentos que ocorreram somente cerca de 700 anos depois, quando Jesus nasceu e, mais tarde, foi sacrificado na cruz.
Muitas destas profecias de Isaías se referem a Jesus como o Servo do Senhor. Por exemplo, no capítulo 53 encontramos o relato do sofrimento vicário do Servo do Senhor, ou seja, do sofrimento que Jesus suportou em substituição a nós. No versículo 4 lemos: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si”; e, no versículo 5: “ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”.
O sofrimento que o Filho de Deus, Jesus, sofreu na cruz do Calvário, foi um sofrimento substitutivo. O castigo que Jesus sofreu deveria ser dirigido a mim e a você. Afinal de contas, eu e você somos os pecadores e não Jesus. A culpa pelos pecados é nossa, mas Jesus tomou sobre si. Ele se tornou culpado em nosso lugar.
O Salvador aceitou voluntariamente este enorme castigo: ser “moído pelas nossas iniqüidades” como profetizou Isaías. Jesus aceitou esse castigo simplesmente porque nos ama. A Escritura nos diz em Efésios 5.25: “Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela”. Uma ação tão grandiosa como essa só poderia ser motivada por amor.
Embora o apóstolo Paulo fale que Cristo amou a igreja, a obra substitutiva de Jesus não ficou limitada à igreja, aos cristãos, mas abrange o mundo todo. A Bíblia nos diz que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29). Nenhuma pessoa foi excluída da obra salvadora de Jesus.
Isso nos dá uma pequena noção do grande sofrimento de Jesus na cruz. Sobre ele estavam os pecados de toda a humanidade; pessoas do passado, do presente e do futuro. É nesse sentido que o profeta Isaías diz que Jesus foi “moído pelas nossas iniqüidades”.
Essa obra grandiosa de Jesus na cruz traz igualmente benefícios grandiosos para nós: a libertação do poder do diabo, o perdão de todos os pecados e a vida eterna futura nos céus.
O objetivo dessa maravilhosa obra de Jesus, o propósito de Jesus ter suportado tanta dor, o desejo de Deus em planejar e permitir que seu Filho sofresse tanto é a salvação dos pecadores. A minha e a sua salvação foi conquistada por Jesus. Ele nos chama à fé. Todo aquele que crê em Jesus recebe os grandiosos benefícios da obra da cruz. Quem não crê menospreza a Jesus e o seu sofrimento. É como se o descrente disse a Jesus: “foi em vão o teu sofrimento, pois eu não creio que tu és o meu salvador!” Caro leitor, não seja incrédulo, mas crente. Que Jesus lhe abençoe. Amém.
Oração: Bom Jesus, tu padeceste pelo mundo pecador; tua vida ofereceste lá na cruz sob grande dor; foste ali sacrificado, nos lavando do pecado. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador! Quanta injúria suportaste para a todos nós salvar! As cadeias que quebraste se Satã me vem livrar; teus tormentos e amarguras me libertam de torturas. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador! Da coroa que, espinhosa, tua fronte fez sangrar, alegria venturosa, vida eterna hei de alcançar. Dos flagelos que sofreste manam cura e paz celeste. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador! As feridas tão cruentas são vertentes que nos dão água vida, com que alentas o sedento coração. Teu amor divino e terno nos conduz ao lar paterno. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador!Amém.
Pastor Leandro
Muitas destas profecias de Isaías se referem a Jesus como o Servo do Senhor. Por exemplo, no capítulo 53 encontramos o relato do sofrimento vicário do Servo do Senhor, ou seja, do sofrimento que Jesus suportou em substituição a nós. No versículo 4 lemos: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si”; e, no versículo 5: “ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”.
O sofrimento que o Filho de Deus, Jesus, sofreu na cruz do Calvário, foi um sofrimento substitutivo. O castigo que Jesus sofreu deveria ser dirigido a mim e a você. Afinal de contas, eu e você somos os pecadores e não Jesus. A culpa pelos pecados é nossa, mas Jesus tomou sobre si. Ele se tornou culpado em nosso lugar.
O Salvador aceitou voluntariamente este enorme castigo: ser “moído pelas nossas iniqüidades” como profetizou Isaías. Jesus aceitou esse castigo simplesmente porque nos ama. A Escritura nos diz em Efésios 5.25: “Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela”. Uma ação tão grandiosa como essa só poderia ser motivada por amor.
Embora o apóstolo Paulo fale que Cristo amou a igreja, a obra substitutiva de Jesus não ficou limitada à igreja, aos cristãos, mas abrange o mundo todo. A Bíblia nos diz que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29). Nenhuma pessoa foi excluída da obra salvadora de Jesus.
Isso nos dá uma pequena noção do grande sofrimento de Jesus na cruz. Sobre ele estavam os pecados de toda a humanidade; pessoas do passado, do presente e do futuro. É nesse sentido que o profeta Isaías diz que Jesus foi “moído pelas nossas iniqüidades”.
Essa obra grandiosa de Jesus na cruz traz igualmente benefícios grandiosos para nós: a libertação do poder do diabo, o perdão de todos os pecados e a vida eterna futura nos céus.
O objetivo dessa maravilhosa obra de Jesus, o propósito de Jesus ter suportado tanta dor, o desejo de Deus em planejar e permitir que seu Filho sofresse tanto é a salvação dos pecadores. A minha e a sua salvação foi conquistada por Jesus. Ele nos chama à fé. Todo aquele que crê em Jesus recebe os grandiosos benefícios da obra da cruz. Quem não crê menospreza a Jesus e o seu sofrimento. É como se o descrente disse a Jesus: “foi em vão o teu sofrimento, pois eu não creio que tu és o meu salvador!” Caro leitor, não seja incrédulo, mas crente. Que Jesus lhe abençoe. Amém.
Oração: Bom Jesus, tu padeceste pelo mundo pecador; tua vida ofereceste lá na cruz sob grande dor; foste ali sacrificado, nos lavando do pecado. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador! Quanta injúria suportaste para a todos nós salvar! As cadeias que quebraste se Satã me vem livrar; teus tormentos e amarguras me libertam de torturas. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador! Da coroa que, espinhosa, tua fronte fez sangrar, alegria venturosa, vida eterna hei de alcançar. Dos flagelos que sofreste manam cura e paz celeste. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador! As feridas tão cruentas são vertentes que nos dão água vida, com que alentas o sedento coração. Teu amor divino e terno nos conduz ao lar paterno. Oh! Não seja em vão, Senhor, teu martírio expiador!Amém.
Pastor Leandro
sexta-feira, 25 de março de 2011
Guerra ou paz?
Novamente o mundo está agitado em virtude de uma guerra. Desta vez é na Líbia. Não quero discutir aqui qual lado está certo e qual errado. Também não quero discutir as razões, motivos, precedentes que desencadearam esta guerra. Quero somente trazer uma reflexão sobre as guerras que marcaram a história da humanidade.

Aliás, como é grande o número delas. Desde os tempos mais remotos até os mais atuais as guerras fizeram parte da história. Guerra de Tróia, Campanhas de Alexandre, o Grande, Cruzadas, Guerra dos Cem anos, dos Treze anos, dos Trinta anos, Napoleônicas, Primeira e Segunda guerra mundial, Guerra da Coréia, Vietnã, Irã-Iraque, do Golfo, e agora, a Operação Odisséia do Amanhecer, na Líbia. Também na história do Brasil as guerras estão presentes, embora sejamos um país pacífico, graças a Deus. Mas, só para lembrarmos tivemos a guerra da Independência, Guerra dos Farrapos e dos Canudos. Na Bíblia também encontramos registros de várias guerras.
A quantidade de guerras na história da humanidade pode ter várias justificativas, mas na verdade, todas as guerras têm uma só explicação: O pecado que está enraizado no ser humano. O pecado torna o ser humano uma criatura imperfeita. E nessa sua imperfeição torna-se egoísta – tenta conquistar terras e povos; cruel – deseja exterminar todos aqueles que se oporem aos seus objetivos; violento – se utiliza da força para alcançar seus objetivos e solucionar seus problemas.
Logo no início da história, após Deus ter criado Adão e Eva e, quando estes tiveram filhos, aconteceu a primeira guerra. Foi uma guerra familiar em que um irmão matou o outro, Caim matou Abel. Resultado do pecado que já habitava no ser humano. De lá pra cá nada mudou no ser humano. As pessoas continuam sendo pecadoras e quando dão vazão aos seus desejos malignos, as guerras acontecem.

Eu e você precisamos tomar cuidado, pois também podemos ser os causadores de guerras. Não guerras com abrangências mundiais, mas guerras na família, nos relacionamentos, no casamento; estas também são guerras tão cruéis e destruidoras quanto àquelas com armas militares. O pastor e escritor Heldo Bredow, em seu livro “O amor ainda continua” diz que “cada um de nós tem dentro de si um vulcão escondendo ou armazenando no fundo de si mesmo incendiadas paixões que, basta serem pressionadas, vem à tona com maiores ou menores explosões”.
O que você tem feito com este vulcão que existe dentro de você? Será que é melhor abrir a boca do vulcão e despejar o fogo que vem de dentro? Isso é o que a moderna psicologia nos recomenda fazermos quando temos algum enguiço. O resultado desta atitude é a mesma que colocar mais lenha na fogueira, o fogo aumenta, as feridas aumentam cada vez mais, e nunca se chega a uma solução.
É melhor que o vulcão dentro de nós permaneça adormecido. Confesse seus sentimentos raivosos e apague o fogo do vulcão através do arrependimento. Procure promover sempre a paz e jamais a discórdia, a violência, a crueldade e o egoísmo. Nós lemos em Provérbios 15.1: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”. A palavra calma, carinhosa não atiça para a guerra, mas sim para a paz e a concórdia. Lembre-se que é muito fácil iniciar uma guerra, o difícil é terminá-la.

Aliás, como é grande o número delas. Desde os tempos mais remotos até os mais atuais as guerras fizeram parte da história. Guerra de Tróia, Campanhas de Alexandre, o Grande, Cruzadas, Guerra dos Cem anos, dos Treze anos, dos Trinta anos, Napoleônicas, Primeira e Segunda guerra mundial, Guerra da Coréia, Vietnã, Irã-Iraque, do Golfo, e agora, a Operação Odisséia do Amanhecer, na Líbia. Também na história do Brasil as guerras estão presentes, embora sejamos um país pacífico, graças a Deus. Mas, só para lembrarmos tivemos a guerra da Independência, Guerra dos Farrapos e dos Canudos. Na Bíblia também encontramos registros de várias guerras.
A quantidade de guerras na história da humanidade pode ter várias justificativas, mas na verdade, todas as guerras têm uma só explicação: O pecado que está enraizado no ser humano. O pecado torna o ser humano uma criatura imperfeita. E nessa sua imperfeição torna-se egoísta – tenta conquistar terras e povos; cruel – deseja exterminar todos aqueles que se oporem aos seus objetivos; violento – se utiliza da força para alcançar seus objetivos e solucionar seus problemas.
Logo no início da história, após Deus ter criado Adão e Eva e, quando estes tiveram filhos, aconteceu a primeira guerra. Foi uma guerra familiar em que um irmão matou o outro, Caim matou Abel. Resultado do pecado que já habitava no ser humano. De lá pra cá nada mudou no ser humano. As pessoas continuam sendo pecadoras e quando dão vazão aos seus desejos malignos, as guerras acontecem.

Eu e você precisamos tomar cuidado, pois também podemos ser os causadores de guerras. Não guerras com abrangências mundiais, mas guerras na família, nos relacionamentos, no casamento; estas também são guerras tão cruéis e destruidoras quanto àquelas com armas militares. O pastor e escritor Heldo Bredow, em seu livro “O amor ainda continua” diz que “cada um de nós tem dentro de si um vulcão escondendo ou armazenando no fundo de si mesmo incendiadas paixões que, basta serem pressionadas, vem à tona com maiores ou menores explosões”.
O que você tem feito com este vulcão que existe dentro de você? Será que é melhor abrir a boca do vulcão e despejar o fogo que vem de dentro? Isso é o que a moderna psicologia nos recomenda fazermos quando temos algum enguiço. O resultado desta atitude é a mesma que colocar mais lenha na fogueira, o fogo aumenta, as feridas aumentam cada vez mais, e nunca se chega a uma solução.
É melhor que o vulcão dentro de nós permaneça adormecido. Confesse seus sentimentos raivosos e apague o fogo do vulcão através do arrependimento. Procure promover sempre a paz e jamais a discórdia, a violência, a crueldade e o egoísmo. Nós lemos em Provérbios 15.1: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”. A palavra calma, carinhosa não atiça para a guerra, mas sim para a paz e a concórdia. Lembre-se que é muito fácil iniciar uma guerra, o difícil é terminá-la.
Pense nisso.
Um abraço!
Pastor Leandro
segunda-feira, 14 de março de 2011
Novo Pastor em nosso Distrito
No último domingo, dia 13, foi instalado na Paróquia de Capanema o Pastor Ronaldo Martinho Arndt Júnior. Ele é formando do Seminário Concórdia de São Leopoldo e está iniciando o seu ministério aqui em nosso Distrito. Desejamos ao Pastor Ronaldo que Deus o abençoe ricamente no desempenho de seu trabalho pastoral.
Um abraço!
Pastor Leandro
Um abraço!
Pastor Leandro
Reformas em Marmeleiro
sexta-feira, 11 de março de 2011
Quarta-feira de cinzas e a Quaresma

Estamos na época da Quaresma que, significa quadragésimo dia, ou seja, um período de quarenta dias que se inicia na quarta-feira de cinzas e vai até a Páscoa. A quarta-feira de cinzas, marca, portanto o primeiro dia da Quaresma.
Nos tempos Bíblicos as cinzas eram usadas em ações simbólicas de tristeza, arrependimento ou humilhação. Nós temos alguns exemplos bíblicos de personagens que utilizaram cinzas para externar estes sentimentos: o exemplo de Mordecai quando soube do decreto do rei de matar todos os judeus, em Ester 4.1: “Quando soube Mordecai tudo quanto se havia passado, rasgou as suas vestes, e se cobriu de pano de saco e de cinza, e, saindo pela cidade, clamou com grande e amargo clamor.” Também encontramos o exemplo de Jó que, tomado pela tristeza, sentou-se sobre as cinzas, em Jó 2.8. Até nas próprias palavras de Jesus encontramos o exemplo das cinzas como sinal de arrependimento e tristeza, em Lc 10.13: “Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e Sidom, se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido, assentadas em pano de saco e cinza”.
Algumas denominações cristãs realizam rituais nesta época do ano onde as cinzas tem um papel central. São rituais simbólicos para expressar arrependimento e tristeza pelos pecados cometidos. Nós, luteranos, não realizamos estes rituais com cinzas e temos razões para não fazê-lo. Embora as cinzas expressem tristeza e arrependimento, como vimos anteriormente em alguns textos bíblicos, esta simbologia está ligada a um costume do povo de Israel e não a uma ordem de Jesus para que seus discípulos continuassem realizando este ritual. Além disso, quem participa de rituais desse tipo pode estar apenas realizando-o exteriormente e o seu coração talvez permeneça longe do Senhor.
O que Deus de fato deseja não é a manifestação exterior do arrependimento, mas sim a interior. Deus espera ver corações arrependidos. O costume do povo de Israel de se cobrir com cinzas geralmente estava ligado ao costume de se vestir com roupas esfarrapadas, panos de saco – como diz a Escritura – ou então, de rasgar as próprias vestes. Diante disso o Senhor diz em Joel 2.13: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal.”
O caminho do verdadeiro arrependimento é o caminho interior, do coração. É ali que o arrependimento acontece de verdade e produz mudança de vida.
A Quaresma é um tempo especial. Tempo de arrependimento e de preparo para a Páscoa. Tempo de reflexão na paixão de Cristo, seu grande sofrimento e sacrifício em nosso lugar e para o nosso favor. Tempo especial para lembrar que a morte de Jesus ocorreu por causa dos nosso pecados. Portanto, “rasguemos o nosso coração” – arrependemo-nos!
Caro leitor, aproveite bem este tempo de Quaresma. Se você se afastou do Senhor por algum motivo, quem sabe este não é momento de você voltar arrependido à Ele?
Pastor Leandro
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