sexta-feira, 11 de maio de 2012

Amor de mãe – espelho do amor de Deus!


O que é ser mãe? A primeira vista parece ser uma pergunta fácil de se responder, mas se analisarmos um pouquinho mais a pergunta “o que é ser mãe?” veremos que não é tão simples assim. Ser mãe é simplesmente dar a luz? Gerar filhos? Sim, mas também há mães que não geraram filhos em seu ventre, mas os adotaram. Portanto, ser mãe é muito mais do que isso. Será que ser mãe é dar condições para que os filhos cresçam? Providenciar comida, bebida, roupa limpa, etc? Sim, estas são funções de mães, mas ser mãe é muito mais do que cumprir tarefas e responsabilidades. A pergunta ainda continua no ar: O que é ser mãe?

Na tentativa de respondermos a esta pergunta, todas as respostas que vimos até agora estavam incompletas. Faltou, em nossa resposta, algo essencial que está presente em cada mulher – verdadeiramente mãe: o amor! Ser mãe, portanto, É AMAR aqueles que Deus lhes confiou! Ser mãe é amar tendo como exemplo o amor de Deus! Um amor que se doa, que se entrega pelos filhos.

Parece óbvio, mas o óbvio precisa ser dito por que existem muitas mulheres que têm filhos, mas não são mães. Deram a luz a filhos, ou então adotaram filhos, mas não possuem esse amor que se doa e que se entrega. São mulheres que sabem gritar com os filhos, mas não sabem aconselhar e ensinar com palavras de mãe. São mulheres que dão maus exemplos e que têm como lema a parte final do velho ditado ‘não faça o que eu faço’. Não ensinam, não educam, não abraçam os filhos. Não têm tempo para os filhos. Serão tais mulheres mães? Não, não são mães, por que ser mãe É AMAR!

Pergunto às mães que estão lendo esta mensagem: Que tipo de mãe você tem sido? Aquela que simplesmente tem filhos ou aquela que ama os filhos que tem? Na Bíblia encontramos vários exemplos de mães amorosas. Há o exemplo da mãe de Moisés que, por amor ao seu pequeno filho, com a intenção de salvá-lo da morte, largou-o num cesto rio abaixo. Que grande dor deve ter sentido em seu coração esta mãe. Mas, se ela permanecesse com o menino ele seria morto pelas autoridades egípcias. Há, também, o exemplo de Ana, mãe de Samuel. Ela não podia ter filhos e orou ao Senhor prometendo que se tivesse um filho ela o consagraria ao trabalho do Senhor. Deus ouviu a sua oração e lhe deu Samuel. Ana foi fiel ao seu voto e, quando o menino já estava um pouco maior o devolveu ao Senhor, porque dele o havia pedido. Samuel ficou em Jerusalém. Ana voltou para a sua cidade, chamada Ramá. Todos os anos Ana visitava o seu filho e lhe trazia uma túnica. Maria, a mãe de Jesus, também é um belo exemplo de mãe. Ela teve que aceitar e compreender o doloroso sacrifício do seu filho na cruz. Ela sabia que antes da sua vontade de mãe era necessário que a vontade de Deus Pai fosse feita.

Poderíamos citar muitos outros exemplos bíblicos de mães amorosas, mas é importante lembrarmos também que as mães devem se espelhar no amor de Deus para crescerem em amor. Por que olhar para o amor de Deus? Porque o amor de Deus é maior que o amor de qualquer mãe! Lemos em Isaías 49.15: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti”. De fato, há mães que se esquecem de seus filhos porque são imperfeitas, falhas, pecadoras. Deus, no entanto, é perfeito e jamais se esquece de nenhum dos seus.

Pergunto, agora, aos filhos que estão lendo esta mensagem: Que tipo de filho você tem sido? Há filhos que só querem receber da mãe e do pai, mas não querem retribuir o amor que recebem. O quarto mandamento nos diz: “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá ( Ex 20.12)”. E, também, em Provérbios 1.8 encontramos: “Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe”. Não somente as mães, mas também os filhos devem se espelhar no amor de Deus e crescer neste amor.

Ser mãe é amar! O maior gesto de amor de uma mãe é conduzir seus filhos no caminho do Senhor. Porque andar no caminho do Senhor confere maravilhosas bênçãos já neste mundo e, principalmente, na eternidade. 

Parabéns a todas as mães em seu dia! Especialmente àquelas que se espelham no amor de Deus para amar aos filhos que Deus lhes confiou.

Pastor Leandro

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Encontro de Famílias Pastorais

No último domingo, dia 06/05, aconteceu o encontro de famílias pastorais. O encontro foi realizado no sítio do Pastor Selvino, no interior de Planalto. Confira algumas imagens.




quarta-feira, 2 de maio de 2012

Novas cadeiras em Marmeleiro

A Congregação Bom Pastor de Marmeleiro fez uma aquisição importante: 50 novas cadeiras estofadas. Este era um projeto que há algum tempo já estava nas mentes e nos corações dos membros. Agora todos poderão participar do culto com mais conforto.
Confira algumas imagens.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Dia do trabalho


Talvez você já tenha ouvido alguém dizer o seguinte: “Se um dia eu descobrir quem inventou o trabalho eu acabo com ele”. 

Segundo a Bíblia, o trabalho existe desde a criação do mundo. O próprio Deus, ao criar este mundo, trabalhou. Lemos, no livro de Gênesis, que Deus criou o mundo e todas as coisas e, após terminar a sua obra, descansou no sétimo dia. No entanto, isso não significa que Deus deixou de agir/trabalhar, mas sim que considerou bem sucedida a sua obra. Jesus diz em João: “meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”.

I - Trabalho antes e depois da queda

A. Antes da queda em pecado: Diz Gn 1.31: Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom”. Tudo era bom! O homem que Deus criara, vivia em perfeita paz. Ele era completamente feliz. Trabalhava? Como era este trabalho? Diz o livro de Gênesis que Deus plantou um jardim para o homem que ele havia criado e ordenou a ele que cultivasse e guardasse este jardim. 

B. Depois da queda: Com a queda em pecado o homem perdeu a perfeição e com isso se foram também sua paz, tranqüilidade, sossego. Em seu lugar apareceu a dor, o sofrimento.  

Gn 3.17-19:   “17 . E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida.  18.  Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo.  19.  No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás”.

Gn 3.23-24: “O SENHOR Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado”. É interessante notar que o homem não foi amaldiçoado por Deus, mas a terra. Desde então o trabalho se tornou algo penoso e cansativo; uma necessidade e uma obrigação. 

Há muitas pessoas que limitam sua esperança, sua felicidade, seu viver somente a este mundo. O pensamento dele se limita a “Comamos e bebamos porque amanhã morreremos” (1 Co 15.32). Para que este homem trabalha?  Ec 6.7: “Todo trabalho do homem é para a sua boca; e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite”.

A sociedade exige de todas as pessoas muita fidelidade, dedicação e empenho no trabalho. Os cristãos devem empenhar-se naturalmente no cultivo destas virtudes. Também para o cristão o trabalho penoso não deixa de ser uma conseqüência do pecado. Mesmo o cristão terá dificuldades, muitas vezes em sofrimento, para com o seu trabalho conseguir seu sustento.

O cristão vê o seu estar neste mundo de maneira diferente que o não cristão (pagão). Toda a vida do cristão é sustentada pela esperança da felicidade vindoura na eternidade. O trabalho do cristão também tem um significado diferente. Ele deixa de ser somente sofrimento, para se tornar alegria de servir a Deus e ao próximo.

No nosso trabalho seja ele qual for sejamos instrumentos de Deus.  Sigamos o exemplo de Paulo que pode dizer: Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”. 1 Co 15.10. 

Cada um de nós é importante no lugar onde Deus nos colocou. Não importa qual seja o seu trabalho/profissão, desde que seja algo digno/correto. Você é importante para Deus e para o próximo. Saiba louvar e agradecer a Deus também pelo seu trabalho.

Pastor Leandro

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Culto 108º aniversário da IELB


Vamos reservar esta data (24/06) para participarmos do culto de gratidão pelo 108º aniversário de fundação da IELB. Acontecerá em Marechal Cândido Rondon, às 09:00h. O departamento de leigos está organizando uma caravana para este evento. No dia 19/05 teremos um rodízio de pizzas após o culto com o objetivo de angariar recursos para a viagem. Em breve estaremos iniciando as inscrições para este evento.
Participe e estimule outros a participarem!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Páscoa 2012

Na noite de sexta-feira Santa aconteceu o programa especial de Páscoa na Congregação Cristo Rei. Crianças, jovens e adultos apresentaram encenações da Paixão de Cristo. Fica aqui nossa gratidão a todos os que se comprometeram com os teatros. Confira algumas imagens.

 



sexta-feira, 30 de março de 2012

Domingo de Ramos


O Domingo de Ramos é o último domingo antes da Páscoa e é assim chamado em alusão à entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, montado num jumentinho. Naquela ocasião o povo fez um grande tapete para Jesus passar, com suas vestes e com ramos de árvores. Todos diziam, ou cantavam: “Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito o reino que vem, o reino de Davi, nosso pai! Hosana, nas maiores alturas!”. Os ramos utilizados naquele tapete deram nome a este domingo no calendário litúrgico da igreja.
Hosana é uma palavra hebraica que significa “salva, pedimos”. Pode ser uma saudação, um cântico de louvor ou uma oração como encontramos, por exemplo, no Salmo 118.25: “Oh! Salva-nos, Senhor, nós te pedimos”. Seja como for, Jesus foi ovacionado pela multidão como acontecia no retorno de um rei, após sua vitória numa batalha.
Este episódio é o cumprimento da profecia de Zacarias 9.9: “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado num jumento, num jumentinho, cria de jumenta”. Jesus é identificado como ‘rei’. Um rei justo, salvador e humilde.
Surge aqui uma pergunta importante: a multidão que, na entrada de Jerusalém, saudava Jesus como se fosse um herói de guerra, sabia que ele estava indo para o seu martírio ou será que o saudavam com a idéia de que Jesus se assentaria num trono político e reinaria sobre eles como fez o rei Davi no passado?
A idéia de um reinado terreno do Messias estava no coração de muitos judeus e até mesmo dos próprios discípulos. A expectativa geral da nação era a de que o Messias prometido, quando viesse, restauraria fisicamente o reino de Israel, ou seja, expulsaria os romanos que os dominavam e daria início a um novo reinado independente. O povo seria livre novamente. Mas, na sexta-feira, quando Jesus foi crucificado e morto na cruz, esta expectativa de um reinado terreno ficou frustrada.
Em nenhum momento no seu ministério Jesus afirmou que o seu reinado seria neste mundo ou que ele se assentaria num trono como os demais governantes. Bem pelo contrário, ele deixou claro que a sua missão ao vir ao mundo era sofrer e morrer na cruz, como oferta pelo pecado de toda a humanidade. O seu reino, portanto, se encontra além deste mundo. Jesus mesmo disse a Pilatos, governador romano da Judéia, enquanto este o interrogava: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (Jo 18.36).
Jesus não veio meramente para nos livrar dos problemas deste mundo como esperava o povo de Israel. É verdade que Jesus promete nos amparar e auxiliar em todas as coisas deste mundo, mas o grande motivo da sua vinda foi nos livrar da condenação eterna, da morte eterna, e nos dar, pela fé, a salvação, a vida eterna.
Muitas são as pessoas que buscam e clamam a Jesus com a única expectativa de que ele resolva todos os seus problemas terrenos. Muitos acabam se frustrando. Jesus não resolveu o grande problema do povo de Israel: o jugo dos romanos. E talvez ele também não nos dê uma solução para as nossas questões terrenas. No entanto, de uma coisa podemos ter certeza: ele resolve o nosso maior problema – o pecado! Ele nos livra da condenação eterna e nos dá o perdão, a vida eterna, a salvação.
Neste sentido Jesus deve ser saudado e ovacionado por todos. Quando compreendemos o real sentido de sua vinda ao mundo e o que ele conquistou por nós na cruz, entendemos também porque ele é chamado rei e salvador. Então podemos dizer, cheios de fé: Hosana – salva, pedimos – bendito o que vem em nome do Senhor!
Pastor Leandro