segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Noite do Pastel 2011
Os jovens da Congregação Cristo Rei realizaram mais um evento: a noite do pastel. Havia a opção de 4 sabores: carne gado, carne frango, pizza e banana com canela. Agradecemos aos jovens pelo empenho e dedicação em mais este evento. Confira abaixo algumas imagens.


Batismo do Eduardo
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
O que significa ser luterano?
Para responder a essa pergunta e para entender a igreja luterana é necessário entender a Reforma Luterana. No entanto, existem algumas concepções erradas da Reforma.Alguns defendem a interpretação heróica de Reforma. Estes vêem na Reforma um desses grandes eventos que marcaram época na história mundial. Desse modo, Lutero é considerado o herói, o grande homem, um gênio que fez história. Quem conseguir compreender o grande homem Lutero terá obtido uma compreensão da Reforma Luterana.
Entretanto, Lutero estava totalmente convencido de que a sua pessoa poderia ser desconsiderada. Sua prontidão para o martírio expõe isso. Lutero foi um gênio, mas a Reforma Luterana não pode ser ligada à grande personalidade do reformador. Até mesmo o uso do termo “luterano”, que surgiu como uma designação para os seguidores de Lutero, foi criticado pelo próprio reformador.Portanto, é errado concluir que a igreja luterana realiza um tipo de culto ao herói Lutero. Isso seria totalmente contrário aos ensinos de Lutero.
Há outras pessoas que defendem a interpretação Histórico-Cultural da Reforma. Estes ligam a Reforma com o iluminismo. É uma visão segundo a qual a Reforma deve ser entendida como um evento na história da civilização mundial – uma reviravolta na história da civilização mundial. Esta é a visão própria do homem moderno, que vê na Reforma o nascer de uma nova era na cultura ocidental. Erasmo de Rotterdam, foi um humanista da época de Lutero, ligado ao movimento do iluminismo. Erasmo acreditava na dignidade do homem como uma criatura de Deus. Lutero, pelo contrário, acreditava que o ser humano está totalmente depravado e corrompido pelo pecado.
Portanto, Lutero e Erasmo, a Reforma e o humanismo, são opostos um ao outro. A questão sobre o bem estar eterno da alma era mais importante para a Reforma que a questão sobre o futuro da civilização humana; nessa última a Reforma nunca acreditou nem estava seriamente interessada.
Há ainda outras pessoas que defendem a interpretação Nacionalista da Reforma. Estes sustentam que a Reforma deveria ser interpretada como um evento na história nacional da Alemanha. Nesse sentido a reforma foi o protesto dos alemães contra o sistema do catolicismo romano e seu objetivo era o estabelecimento de uma igreja nacional alemã.
Qualquer um que pensa na Reforma luterana como uma germanização da igreja, como uma translação do cristianismo de Roma para a Alemanha, não a entendeu. Apesar de Lutero amar a Alemanha e o povo alemão, não estava em seus planos a idéia de uma igreja nacional. Todas as idéias clássicas religiosas da cultura alemã foram rejeitadas como heresias. A Reforma luterana não estava tentando estabelecer um cristianismo alemão; ela não estava interessada numa igreja alemã, distinta de uma romana; ela estava interessada em uma, a verdadeira, a única igreja de Cristo.
Mas o que, então, significa ser luterano e o que é a Reforma Luterana? Precisamos compreender a Reforma Luterana como um episódio na História da Igreja Cristã. A Reforma só pode ser entendida do ponto de vista da realidade da igreja. A Reforma foi um evento que realmente marcou época para toda a igreja de Cristo, um evento na história da igreja que teve influência sobre a história total das nações européias, e naturalmente afetou de modo bem particular a nação na qual teve sua origem, a Alemanha.
A Reforma pode ser entendida como uma renovação da igreja por meio de um retorno às Escrituras Sagradas. Sendo assim, a Reforma é um processo contínuo, porque a Igreja de Cristo sempre precisa retornar às Escrituras Sagradas. A Reforma foi uma renovação da igreja causada pela redescoberta e renovada proclamação da pura doutrina do evangelho do perdão dos pecados. Mas isso já é assunto para um outro estudo.
Fonte: Sasse, Hermann. AQUI NOS FIRMAMOS: Natureza e caráter da fé Luterana. Ed. Concórdia.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Confirmação na Cristo Rei
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Feijoada de Marmita
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
O homem que caiu no buraco
Um homem caiu em um imenso buraco. Ele caiu nesse buraco e não conseguia sair.
Um viajante passou perto. Ele disse ao homem que meditasse a fim de purificar sua mente, assim, quando ele atingisse o Nirvana, todo o seu sofrimento iria cessar. O homem fez o que o viajante lhe disse, meditou a fim de purificar a sua mente, mas ele permaneceu no buraco.
Outro viajante apareceu. Ele explicou que o buraco não existia, e que o homem também não era real. Tudo era uma ilusão. O homem que estava no buraco tentou acreditar que o buraco não era real e que tudo era ilusão. Mas, mesmo assim, o homem que não existia, ainda estava preso no buraco que não era real.
Outro visitante chegou. Ele instruiu o homem que estava no buraco a fazer boas obras para elevar seu Karma e, ainda que ele morresse no buraco, ele poderia reencarnar em algo melhor em sua próxima vida. O homem do buraco não podia fazer nenhuma obra boa, pois estava preso no buraco. Ele precisa sair dali.
Outro visitante olhou do alto do buraco. Ele ensinou aquele que estava no buraco a orar 5 vezes por dia, voltado para o leste, e a seguir 5 importantes mandamentos. Se ele fosse fiel, um dia, talvez, o divino o libertaria. O homem orou o melhor que podia exatamente como o visitante o ensinou, mas estava perdendo suas forças. E no buraco ele permaneceu.
Outro homem apareceu. Havia algo diferente nele. Ele chamou o homem no buraco e perguntou-lhe se ele queria ser liberto. Aquele homem então desceu à terra, dentro do abismo. Ele pegou o homem e o levou até a luz. E o homem que não conseguiria salvar-se sozinho, foi salvo!
Estimado leitor, esta história ilustra a nossa situação natural. A Bíblia nos ensina que todos nós nascemos escravos de nossos pecados, como se estivéssemos presos em um buraco do qual não conseguimos sair por nossos próprios esforços.
Cinco viajantes aparecem ao longo de nossa história. Somente um deles de fato nos liberta de nossos pecados, os outros quatro se apresentam dizendo ter a solução para o nosso pecado, mas continuamos presos aos nossos pecados, não encontramos solução. O primeiro viajante representa o budismo; o segundo representa a filosofia; o terceiro representa o espiritismo e o quarto representa o islamismo. A crença nestes ensinos não traz paz e perdão às pessoas. Elas continuam presas em seus pecados. O quinto visitante representa Jesus. Ele sabe que por nossos próprios esforços não conseguimos sair do buraco no qual nos encontramos. Por isso, ele desceu até nós e nos libertou da situação miserável em que nos encontrávamos. Só Ele e mais ninguém é capaz de nos salvar. Todas as demais crenças não levam a lugar algum. Só Jesus é o mediador entre o Pai e nós. Creia em Jesus e você será salvo. Pense nisso.
Um viajante passou perto. Ele disse ao homem que meditasse a fim de purificar sua mente, assim, quando ele atingisse o Nirvana, todo o seu sofrimento iria cessar. O homem fez o que o viajante lhe disse, meditou a fim de purificar a sua mente, mas ele permaneceu no buraco.
Outro viajante apareceu. Ele explicou que o buraco não existia, e que o homem também não era real. Tudo era uma ilusão. O homem que estava no buraco tentou acreditar que o buraco não era real e que tudo era ilusão. Mas, mesmo assim, o homem que não existia, ainda estava preso no buraco que não era real.
Outro visitante chegou. Ele instruiu o homem que estava no buraco a fazer boas obras para elevar seu Karma e, ainda que ele morresse no buraco, ele poderia reencarnar em algo melhor em sua próxima vida. O homem do buraco não podia fazer nenhuma obra boa, pois estava preso no buraco. Ele precisa sair dali.
Outro visitante olhou do alto do buraco. Ele ensinou aquele que estava no buraco a orar 5 vezes por dia, voltado para o leste, e a seguir 5 importantes mandamentos. Se ele fosse fiel, um dia, talvez, o divino o libertaria. O homem orou o melhor que podia exatamente como o visitante o ensinou, mas estava perdendo suas forças. E no buraco ele permaneceu.
Outro homem apareceu. Havia algo diferente nele. Ele chamou o homem no buraco e perguntou-lhe se ele queria ser liberto. Aquele homem então desceu à terra, dentro do abismo. Ele pegou o homem e o levou até a luz. E o homem que não conseguiria salvar-se sozinho, foi salvo!
Estimado leitor, esta história ilustra a nossa situação natural. A Bíblia nos ensina que todos nós nascemos escravos de nossos pecados, como se estivéssemos presos em um buraco do qual não conseguimos sair por nossos próprios esforços.
Cinco viajantes aparecem ao longo de nossa história. Somente um deles de fato nos liberta de nossos pecados, os outros quatro se apresentam dizendo ter a solução para o nosso pecado, mas continuamos presos aos nossos pecados, não encontramos solução. O primeiro viajante representa o budismo; o segundo representa a filosofia; o terceiro representa o espiritismo e o quarto representa o islamismo. A crença nestes ensinos não traz paz e perdão às pessoas. Elas continuam presas em seus pecados. O quinto visitante representa Jesus. Ele sabe que por nossos próprios esforços não conseguimos sair do buraco no qual nos encontramos. Por isso, ele desceu até nós e nos libertou da situação miserável em que nos encontrávamos. Só Ele e mais ninguém é capaz de nos salvar. Todas as demais crenças não levam a lugar algum. Só Jesus é o mediador entre o Pai e nós. Creia em Jesus e você será salvo. Pense nisso.
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